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Quem é quem na plataforma, o que cada nível enxerga e como a hierarquia funciona. Entender isto primeiro evita 90% da confusão em todo o resto da gestão.
A plataforma é hierárquica: cada conta tem um papel que define seu lugar na estrutura e o que ela pode fazer. Como gestor, você fica no topo da sua árvore — abaixo de você vêm operadores, clientes e (quando houver) revendas, cada um enxergando só a sua fatia.
Duas ideias sustentam tudo o que vem a seguir: o papel dá o grande escopo; as permissões (capítulo próprio) afinam os detalhes dentro dele.
Cada conta é de um tipo. As diferenças que importam no dia a dia:
Papel | O que é | Carteira | Cria sub- | Financeiro? |
|---|---|---|---|---|
Gerente | Revende a plataforma com a própria marca. | Sim | Sim | Sim |
Revenda | Sub-nível parecido com o gerente, dentro da hierarquia dele. | Sim | Sim | Sim |
Frotista | Empresa com frota própria; ganha recursos de gestão da própria frota (OS, manutenção). | Sim* | — | — |
Operador | Opera em nome do gerente (central de monitoramento). | Não | — | — |
Operador terceiro | Variante do operador, para equipes terceirizadas. | Não | — | — |
Cliente | Usuário final que rastreia a própria frota (Parte 1). | Não | — | — |
*Frotista administra a própria frota, mas não revende para terceiros.
Este é o ponto que confunde: o operador não tem carteira própria. Ele trabalha sobre os dados do gerente ao qual está vinculado — a lista de clientes, os veículos, o financeiro que ele vê são os do gerente, não dele.
Um operador da sua central enxerga a sua frota e os seus clientes.
Você pode restringir o que ele faz negando permissões (ex.: deixá-lo monitorar sem editar) — ver Permissões.
É o papel certo para equipe interna de monitoramento; não crie um "gerente" novo só para dar acesso à sua própria operação.
Regra prática: quem revende → Gerente/Revenda. Quem opera a sua central → Operador. Quem só usa → Cliente.
Pense em uma árvore. Você (gerente) no topo; abaixo, seus clientes e operadores. Cada cliente só vê os próprios veículos; cada operador vê a sua carteira inteira. Um cliente nunca vê outro cliente.
O menu muda conforme o papel: gerente vê "Usuários", "Faturamento", "Configurações"; o cliente vê só o uso do dia a dia. Se alguém "não acha um menu", quase sempre é o papel — não um bug.
O que uma conta pode fazer é decidido em dois níveis, nesta ordem:
Papel — o grande escopo (tabela acima). Define se a conta revende, opera ou só usa.
Permissões por módulo — dentro do papel, o que ela vê / edita / remove em cada área (veículos, relatórios, comandos…).
Escolha o papel primeiro; ajuste as permissões depois. Detalhe completo (incluindo a regra de que ninguém tem mais acesso que você) no capítulo Permissões.
Crie um usuário com o papel Operador (ele já enxerga a sua carteira).
Nas permissões: Eventos ver+editar, Comandos ver+editar, Veículos só ver.
Não marque remover em nada — ele não exclui cadastros.
Resultado: atende ocorrências e bloqueia/desbloqueia, sem risco de apagar dados.
Ambos rastreiam a própria frota, mas o Frotista é tratado como empresa e ganha recursos de gestão da própria frota (ordens de serviço, manutenção). O Cliente comum tem só a visão de uso do dia a dia (Parte 1). Use Frotista para empresas maiores que gerenciam a própria operação.
Não. Use Operador — ele já vê a sua carteira e você limita o que ele faz por permissões. Criar outro "gerente" duplicaria uma carteira e bagunçaria a hierarquia.
O menu segue o papel e as permissões. Confira o papel dele e se a permissão do módulo (ver) está marcada. Itens de gestão (Usuários, Faturamento) não aparecem para clientes por definição.
No cadastro do usuário. Atenção: mudar o papel muda todo o escopo do que ele vê — depois de trocar, revise as permissões. Evite promover um cliente a gerente sem necessidade real (isso lhe dá carteira própria).